Alinhado à ISO 31000:2018

A gestão de riscos inteira — do registro ao relatório executivo — numa única plataforma.

Matriz configurável, controles com cobertura normativa, indicadores (KRIs) com coleta em campo, análise quantitativa, maturidade multi-stakeholder, ciclos de reavaliação e um portal executivo para o conselho. Tudo com trilha de auditoria imutável e isolamento real entre organizações. Em SaaS ou instalado no seu ambiente.

Inerente × ResidualO gap real da eficácia dos controles
15+ módulosCobrindo todo o ciclo ISO 31000
100% auditávelQuem mudou, quando e o quê
MATRIZ DE RISCO · 5×5 Residual
Probabilidade → ↑ Impacto
Baixo
Médio
Alto
Crítico
Riscos ativos 42 4 encerrados no tri
Acima do apetite 6 3 sem plano ativo
Redução do gap 38% inerente → residual
Servidor exclusivo
Trilha de auditoria imutável
Login em duas etapas (2FA)
Anexos criptografados em repouso
O problema

Planilha não sustenta a governança de riscos

Gerir riscos é dever de governança — e, cada vez mais, exigência de lei. Enquanto o registro vive numa planilha compartilhada, a liderança perde a rastreabilidade de que precisa para prestar contas ao conselho, à auditoria e aos reguladores — e três problemas se instalam.

O histórico se perde

Cada reavaliação sobrescreve a anterior. Ninguém consegue provar como o score de um risco evoluiu, nem por que a nota mudou entre dois comitês.

A avaliação vira opinião

Um único analista preenche probabilidade e impacto por todos. Sem coletar a visão dos donos do risco e das áreas, a matriz reflete uma pessoa — não a organização.

O acompanhamento para

Planos de ação vencem sem ninguém perceber, indicadores não são coletados e a reavaliação periódica depende de alguém lembrar de cobrar por e-mail.

Por que agora

Gerir riscos deixou de ser escolha — virou obrigação

Aderir a um framework como ISO 31000 ou COSO é o método. Só que hoje uma série de leis e normas setoriais exige gestão de riscos formal, documentada e auditável. O framework diz “como”; a lei diz “você precisa”.

A conformidade exige

Deixou de ser boa prática opcional: gestão de riscos passou a ser requisito em diversas frentes regulatórias — com evidência de processo, não apenas intenção. Alguns exemplos:

LGPD · dados pessoais BACEN · Res. CMN 4.557 SUSEP · seguradoras CVM · companhias abertas PREVIC · previdência Lei das Estatais · 13.303/2016 Lei Anticorrupção · 12.846/2013 Setor público · TCU / CGU Basileia · risco operacional

A plataforma nasce alinhada à ISO 31000, mas o que ela entrega é a prova de que o processo existe, funciona e é acompanhado — exatamente o que auditor e regulador pedem.

O que a organização ganha

  • Decisões pela exposição real, não por achismo — inerente × residual em números
  • Proteção de capital, caixa e reputação: menos surpresa, menos perda
  • Resposta pronta a auditoria, regulador e conselho — com evidência e histórico
  • Priorização pelo impacto financeiro estimado (perda esperada / ALE)
  • Confiança de investidores, seguradoras e parceiros de negócio
  • O risco tratado antes de virar crise — continuidade, não apagar incêndio
O método

O ciclo completo da ISO 31000, módulo a módulo

É assim que a plataforma operacionaliza a exigência: cada etapa do processo de gestão de riscos tem um módulo correspondente — nada fica de fora, nada é improvisado.

Etapa 1

Contexto

Matriz configurável (3×3 a 5×5), escalas, apetite de risco e áreas de negócio da organização.

Etapa 2

Identificação

Registro manual, biblioteca de riscos de referência ou originado por questionário de stakeholder.

Etapa 3

Análise

Probabilidade × impacto inerente e residual, análise quantitativa (ALE) e riscos correlacionados.

Etapa 4

Avaliação

Comparação com o apetite, priorização na matriz e ciclos multi-stakeholder de reavaliação.

Etapa 5

Tratamento

Aceitar, mitigar, transferir ou evitar — com planos de ação, prazos e escalonamento de atrasos.

Etapa 6

Monitoramento

KRIs com faixas de alerta, tolerância, dashboards e relatório executivo em PDF.

Comunicação e consulta — questionários, grupos de avaliação, notificações por e-mail e SMS.
Registro e reporte — trilha de auditoria, histórico imutável de avaliações e dashboards.
Módulos

Tudo que um escritório de riscos precisa, já integrado

Não é um conjunto de ferramentas costuradas: cada módulo lê e alimenta os mesmos riscos, controles e avaliações.

Matriz de risco configurável

3×3, 4×4 ou 5×5 — escalas, rótulos, limiares de severidade e cores definidos pela sua organização. Heatmap interativo com alternância inerente/residual e drill-down por célula.

Workspace do risco

Cada risco tem sua página de trabalho: linha do tempo de avaliações, controles, planos, documentos anexados (criptografados em repouso), correlações e trilha de auditoria — tudo em abas.

Controles & cobertura normativa

Controles preventivos, detectivos e corretivos mapeados para os requisitos das normas que sua empresa segue — com painel de cobertura e lacunas por normativo.

Planos de ação com escalonamento

Visão centralizada de todos os planos, com responsável, prazo e status. Atrasos escalam automaticamente na hierarquia — do dono do risco à alta gestão.

Indicadores de risco (KRIs)

Catálogo de KRIs com faixas de alerta em três direções, série histórica e gatilhos automáticos: mudança de faixa gera notificação e pode disparar reavaliação do risco.

Coleta em campo

Aplicativo dedicado para quem registra a leitura dos indicadores no dia a dia — funciona sem internet e sincroniza sozinho quando a conexão volta.

Offline-first

Conectores externos

Indicadores alimentados automaticamente por fontes públicas (Banco Central, IBGE) ou pelos seus sistemas, via API com chave dedicada e ingestão idempotente.

Análise quantitativa (ALE)

Além do qualitativo: perda esperada anualizada por risco (frequência × severidade), permitindo priorizar tratamento pelo impacto financeiro estimado.

Base de perdas

Registro de ocorrências e quase-perdas por risco (7 tipos de evento operacional, padrão Basileia II), com impacto bruto, valor recuperado e perda líquida — a base empírica que sustenta o ALE e a evolução de perdas.

Riscos correlacionados

Relacione riscos que se influenciam mutuamente e visualize o efeito em cadeia — um risco crítico raramente vem sozinho.

Maturidade ISO 31000

Diagnóstico em 5 níveis × 6 dimensões com painel multi-stakeholder e consolidação ponderada. Radar atual × meta, e cada gap pode virar plano de tratamento.

Ciclos de reavaliação

Disparo periódico (mensal a anual) para grupos de stakeholders responderem por link próprio, sem senha, com lembretes automáticos e revisão pelo gestor.

Relatório executivo

Documento pronto para comitê e conselho: panorama da carteira, matriz, principais exposições, planos e indicadores — gerado pela plataforma, sempre atualizado.

Portal do stakeholder

Portal executivo para conselho, comitês e partes interessadas. Acesso por código de uso único (OTP) — com visão curada de matriz, riscos de interesse, planos e apetite.

Acesso por OTP

Biblioteca de riscos

Catálogo de riscos de referência por segmento para acelerar a identificação — importe para o seu registro e adapte ao seu contexto.

Alertas de tolerância

Defina limites de tolerância por risco e seja avisado quando o residual ultrapassar — por notificação na plataforma, e-mail ou SMS.

Dashboards & Gap Analysis

KPIs da carteira, exposição por área e categoria, tendência temporal e o gap real entre inerente e residual — agregado no servidor, nunca simulado no navegador.

Por dentro da plataforma

Cinco fluxos que mudam a rotina do escritório de riscos

Análise

Inerente × residual: a eficácia dos controles em números

Todo risco carrega dois pares de probabilidade × impacto: o bruto (sem controles) e o residual (com os controles atuais). A distância entre os dois é a prova objetiva de que os controles funcionam — ou de que não funcionam.

  • Cada reavaliação gera um novo registro imutável — o histórico nunca é sobrescrito
  • Gráfico de tendência do score por risco, trimestre a trimestre
  • Riscos acima do apetite sem plano ativo são sinalizados automaticamente
RSK-0027 · Interrupção do serviço de pagamento
Inerente
20
Residual T1
15
Residual T2
12
Residual T3
8
Residual T4
6
Gap de 70% vs. inerente 3 controles ativos Dentro do apetite
Ciclo trimestral · Riscos operacionais · 12 participantes
MC Marina CostaDiretora de Operações Respondido
RF Rafael FerreiraGerente de TI Respondido
AL Ana LimaCompliance Lembrete enviado
JS João SilveiraControladoria Pendente
8 de 12 respostas Prazo: 5 dias Consolidação ponderada
Avaliação colaborativa

A visão da organização, não a de um analista

Monte grupos de avaliação, sensibilize os riscos de cada grupo e dispare o ciclo. Cada participante responde probabilidade, impacto e efetividade dos controles por um link próprio — sem senha, direto do celular.

  • Lembretes automáticos por e-mail para quem ainda não respondeu
  • O gestor revisa as respostas antes de consolidar na matriz oficial
  • Respostas de questionário de identificação podem originar novos riscos automaticamente
Monitoramento contínuo

KRIs que avisam antes do risco se materializar

Indicadores com faixas de normalidade, atenção e crítico — nas três direções (acima é ruim, abaixo é ruim, ou fora do intervalo). Quando uma leitura muda de faixa, a plataforma age sozinha.

  • Coleta manual na plataforma, pelo app de campo offline, ou por API e conectores externos
  • Mudança de faixa notifica o responsável e pode disparar reavaliação do risco vinculado
  • Série histórica agregada por dia, semana ou mês, com as faixas desenhadas no gráfico
KRI-0009 · Indisponibilidade mensal do core (horas)
JulSetNovJanMarJun
Faixa crítica em fev → reavaliação disparada Meta ≤ 4h
Maturidade ISO 31000 · Snapshot 2026-S1
Governança Cultura Processos Integração Dados Melhoria
Nível atual (consolidado)
Meta
Maturidade

Quão madura é a sua gestão de riscos? Meça — e evolua

Diagnóstico estruturado em 5 níveis (Inicial → Otimizado) × 6 dimensões: governança, cultura, processos, integração estratégica, dados e melhoria contínua. Respondido por vários stakeholders, consolidado por média ponderada.

  • Radar atual × meta por dimensão, com histórico de snapshots para mostrar evolução
  • Cada gap identificado pode gerar um plano de tratamento com responsável e prazo
  • Evidência objetiva de evolução para auditorias, reguladores e conselho
Portal executivo

O conselho acompanha os riscos — sem virar usuário do sistema

Um portal somente-leitura para conselheiros, comitês e partes interessadas. O acesso é por código de uso único enviado ao e-mail (sem senha, sem licença), e cada um enxerga apenas os riscos de interesse que lhe foram atribuídos.

  • Acesso por OTP: informa o e-mail, recebe o código e entra — sessão curta e de escopo restrito
  • Visão curada: matriz, riscos de interesse, planos de ação e apetite — só o que importa àquele stakeholder
  • Detalhe de cada risco com inerente → residual, ALE e histórico de perdas; e de cada plano com atividades e prazos
Portal do Stakeholder · Comitê de Auditoria
R7Vazamento de dados (LGPD)Cibernético · residualExtremo
R12Interrupção de fornecedorOperacional · residualAlto
R19Flutuação cambial (USD)Financeiro · residualModerado
3 acima da tolerância 24 riscos monitorados ALE R$ 4,2 mi
Modalidades

SaaS ou instalado no seu ambiente — você escolhe

Mesma plataforma, dois modelos de hospedagem. A decisão certa depende do seu apetite de infraestrutura e dos seus requisitos regulatórios.

On-Premises

Instalado na sua própria infraestrutura — os dados nunca saem do seu ambiente.

  • Roda em Linux / Windows , sem dependência de containers
  • Controle total sobre residência dos dados e política de backup
  • Licenciamento por período + suporte, sem taxa por usuário
  • Atualizações aplicadas no seu ritmo, com nosso suporte
Ideal para instituições com exigências regulatórias rígidas de residência de dados — bancos, seguradoras, setor público.
Segurança & conformidade

Construído para dados sensíveis desde o primeiro dia

Segurança não é uma camada adicionada depois: é decisão de arquitetura, garantida no banco de dados — não apenas na aplicação.

Criptografia de arquivos em repouso AES-256-GCM

Todo documento anexado — anexos de risco e evidências das avaliações — é cifrado no armazenamento com AES-256 autenticado, que além de proteger o conteúdo detecta qualquer adulteração no disco. O download é servido por streaming autenticado, decifrado sob demanda: sem links diretos ao arquivo e sem expor o conteúdo em repouso. Na modalidade on-premises, a chave de criptografia permanece sob o seu controle.

Isolamento por organização

Cada cliente é uma organização isolada com banco de dados exclusivo, não apenas por filtro de aplicação.

Autenticação em duas etapas

Login com senha + código temporário enviado por e-mail, em qualquer modalidade de hospedagem. Sessões com token rotativo e proteção contra reuso.

Auditoria completa

Toda criação, alteração e exclusão relevante fica registrada — quem, quando, o que mudou, com o valor anterior e o novo.

Histórico imutável

Avaliações, leituras de indicadores e trilha de auditoria não podem ser alteradas nem apagadas — a imutabilidade é garantida por privilégios do próprio banco.

LGPD por padrão

Exportação dos dados pessoais do usuário e anonimização ao desativar a conta — os requisitos da lei tratados como funcionalidade, não como exceção.

Acesso externo controlado

Portal do stakeholder por código de uso único (OTP), links de resposta tokenizados e ingestão por API com chave de escopo único — cada acesso externo fica restrito ao seu próprio escopo, nunca abre os dados por completo.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar

A matriz de risco é fixa em 5×5?

Não. Cada organização configura sua matriz — 3×3, 4×4 ou 5×5 — incluindo os rótulos das escalas de probabilidade e impacto, os limiares de severidade (baixo, médio, alto, crítico) e as cores. O apetite de risco também é definido por organização, e tudo pode ser ajustado depois sem perder o histórico.

Os stakeholders precisam de licença para responder avaliações?

Não. Quem apenas responde questionários e ciclos de reavaliação acessa por um link tokenizado individual, sem senha e sem custo de licença — responsivo para celular, com salvamento parcial das respostas.

Conselheiros e comitês precisam ser usuários do sistema?

Não. O Portal do Stakeholder é um acesso externo : o conselheiro informa o e-mail, recebe um código de uso único (OTP) e entra. Ele enxerga apenas os riscos de interesse atribuídos a ele, com matriz, planos de ação, apetite e o detalhe de cada risco (inerente → residual, ALE e histórico de perdas). A sessão é curta e de escopo restrito.

Como os indicadores (KRIs) são alimentados?

De quatro formas: lançamento manual na plataforma; pelo aplicativo de coleta em campo (que funciona offline e sincroniza depois); por integração via API com chave dedicada; ou por conectores automáticos a fontes públicas como Banco Central e IBGE. Todas as leituras são imutáveis e idempotentes — reenviar um lote não duplica dados.

Dá para migrar o que já temos em planilha?

Sim. O PrimeRisk Monitor contém recursos para importação dos riscos, controles e planos de ação. Além disso contem uma biblioteca de riscos de referência por segmento para complementar a identificação.

O que exatamente fica registrado na trilha de auditoria?

Toda criação, alteração e exclusão relevante em todos os módulos: quem fez, quando, e os valores antes e depois. Avaliações e leituras de indicadores são imutáveis — cada reavaliação gera um novo registro em vez de sobrescrever o anterior, garantido por privilégios do próprio banco de dados.

Os documentos que anexamos ficam protegidos?

Sim. Todo arquivo anexado à plataforma — documentos de risco e evidências das avaliações — é criptografado em repouso com AES-256, uma cifra autenticada que também detecta adulteração do arquivo no armazenamento. O download é feito por streaming autenticado, decifrado sob demanda dentro da sessão do usuário. Na modalidade on-premises, a chave de criptografia fica sob o seu controle.

Na modalidade on-premises, o que precisamos ter de infraestrutura?

Um servidor Linux / Windows — físico, virtual ou em nuvem privada. A plataforma roda nativa, sem dependência de containers. Promovemos a instalação, acompanhamos o go-live e as atualizações são aplicadas no seu ritmo, com nosso suporte.

Quanto tempo leva a implantação?

Em SaaS, a organização é provisionada em pouco tempo: configuramos com você a matriz, apetite, áreas e usuários. Na modalidade On-premises, o prazo depende do provisionamento do seu ambiente.

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Pronto para tirar a gestão de riscos da planilha?

Agende uma demonstração guiada com dados do seu contexto — vemos juntos a matriz, os ciclos e os relatórios funcionando, em SaaS ou avaliando a instalação on-premises.

  • Demonstração guiada de ~40 min, adaptada ao seu setor
  • Retorno em até 1 dia útil, sem compromisso
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