Matriz configurável, controles com cobertura normativa, indicadores (KRIs) com coleta em campo, análise quantitativa, maturidade multi-stakeholder, ciclos de reavaliação e um portal executivo para o conselho. Tudo com trilha de auditoria imutável e isolamento real entre organizações. Em SaaS ou instalado no seu ambiente.
Gerir riscos é dever de governança — e, cada vez mais, exigência de lei. Enquanto o registro vive numa planilha compartilhada, a liderança perde a rastreabilidade de que precisa para prestar contas ao conselho, à auditoria e aos reguladores — e três problemas se instalam.
Cada reavaliação sobrescreve a anterior. Ninguém consegue provar como o score de um risco evoluiu, nem por que a nota mudou entre dois comitês.
Um único analista preenche probabilidade e impacto por todos. Sem coletar a visão dos donos do risco e das áreas, a matriz reflete uma pessoa — não a organização.
Planos de ação vencem sem ninguém perceber, indicadores não são coletados e a reavaliação periódica depende de alguém lembrar de cobrar por e-mail.
Aderir a um framework como ISO 31000 ou COSO é o método. Só que hoje uma série de leis e normas setoriais exige gestão de riscos formal, documentada e auditável. O framework diz “como”; a lei diz “você precisa”.
Deixou de ser boa prática opcional: gestão de riscos passou a ser requisito em diversas frentes regulatórias — com evidência de processo, não apenas intenção. Alguns exemplos:
A plataforma nasce alinhada à ISO 31000, mas o que ela entrega é a prova de que o processo existe, funciona e é acompanhado — exatamente o que auditor e regulador pedem.
É assim que a plataforma operacionaliza a exigência: cada etapa do processo de gestão de riscos tem um módulo correspondente — nada fica de fora, nada é improvisado.
Matriz configurável (3×3 a 5×5), escalas, apetite de risco e áreas de negócio da organização.
Registro manual, biblioteca de riscos de referência ou originado por questionário de stakeholder.
Probabilidade × impacto inerente e residual, análise quantitativa (ALE) e riscos correlacionados.
Comparação com o apetite, priorização na matriz e ciclos multi-stakeholder de reavaliação.
Aceitar, mitigar, transferir ou evitar — com planos de ação, prazos e escalonamento de atrasos.
KRIs com faixas de alerta, tolerância, dashboards e relatório executivo em PDF.
Não é um conjunto de ferramentas costuradas: cada módulo lê e alimenta os mesmos riscos, controles e avaliações.
3×3, 4×4 ou 5×5 — escalas, rótulos, limiares de severidade e cores definidos pela sua organização. Heatmap interativo com alternância inerente/residual e drill-down por célula.
Cada risco tem sua página de trabalho: linha do tempo de avaliações, controles, planos, documentos anexados (criptografados em repouso), correlações e trilha de auditoria — tudo em abas.
Controles preventivos, detectivos e corretivos mapeados para os requisitos das normas que sua empresa segue — com painel de cobertura e lacunas por normativo.
Visão centralizada de todos os planos, com responsável, prazo e status. Atrasos escalam automaticamente na hierarquia — do dono do risco à alta gestão.
Catálogo de KRIs com faixas de alerta em três direções, série histórica e gatilhos automáticos: mudança de faixa gera notificação e pode disparar reavaliação do risco.
Aplicativo dedicado para quem registra a leitura dos indicadores no dia a dia — funciona sem internet e sincroniza sozinho quando a conexão volta.
Offline-firstIndicadores alimentados automaticamente por fontes públicas (Banco Central, IBGE) ou pelos seus sistemas, via API com chave dedicada e ingestão idempotente.
Além do qualitativo: perda esperada anualizada por risco (frequência × severidade), permitindo priorizar tratamento pelo impacto financeiro estimado.
Registro de ocorrências e quase-perdas por risco (7 tipos de evento operacional, padrão Basileia II), com impacto bruto, valor recuperado e perda líquida — a base empírica que sustenta o ALE e a evolução de perdas.
Relacione riscos que se influenciam mutuamente e visualize o efeito em cadeia — um risco crítico raramente vem sozinho.
Diagnóstico em 5 níveis × 6 dimensões com painel multi-stakeholder e consolidação ponderada. Radar atual × meta, e cada gap pode virar plano de tratamento.
Disparo periódico (mensal a anual) para grupos de stakeholders responderem por link próprio, sem senha, com lembretes automáticos e revisão pelo gestor.
Documento pronto para comitê e conselho: panorama da carteira, matriz, principais exposições, planos e indicadores — gerado pela plataforma, sempre atualizado.
Portal executivo para conselho, comitês e partes interessadas. Acesso por código de uso único (OTP) — com visão curada de matriz, riscos de interesse, planos e apetite.
Acesso por OTPCatálogo de riscos de referência por segmento para acelerar a identificação — importe para o seu registro e adapte ao seu contexto.
Defina limites de tolerância por risco e seja avisado quando o residual ultrapassar — por notificação na plataforma, e-mail ou SMS.
KPIs da carteira, exposição por área e categoria, tendência temporal e o gap real entre inerente e residual — agregado no servidor, nunca simulado no navegador.
Todo risco carrega dois pares de probabilidade × impacto: o bruto (sem controles) e o residual (com os controles atuais). A distância entre os dois é a prova objetiva de que os controles funcionam — ou de que não funcionam.
Monte grupos de avaliação, sensibilize os riscos de cada grupo e dispare o ciclo. Cada participante responde probabilidade, impacto e efetividade dos controles por um link próprio — sem senha, direto do celular.
Indicadores com faixas de normalidade, atenção e crítico — nas três direções (acima é ruim, abaixo é ruim, ou fora do intervalo). Quando uma leitura muda de faixa, a plataforma age sozinha.
Diagnóstico estruturado em 5 níveis (Inicial → Otimizado) × 6 dimensões: governança, cultura, processos, integração estratégica, dados e melhoria contínua. Respondido por vários stakeholders, consolidado por média ponderada.
Um portal somente-leitura para conselheiros, comitês e partes interessadas. O acesso é por código de uso único enviado ao e-mail (sem senha, sem licença), e cada um enxerga apenas os riscos de interesse que lhe foram atribuídos.
Mesma plataforma, dois modelos de hospedagem. A decisão certa depende do seu apetite de infraestrutura e dos seus requisitos regulatórios.
Hospedado por nós — comece a usar sem provisionar nada.
Instalado na sua própria infraestrutura — os dados nunca saem do seu ambiente.
Segurança não é uma camada adicionada depois: é decisão de arquitetura, garantida no banco de dados — não apenas na aplicação.
Todo documento anexado — anexos de risco e evidências das avaliações — é cifrado no armazenamento com AES-256 autenticado, que além de proteger o conteúdo detecta qualquer adulteração no disco. O download é servido por streaming autenticado, decifrado sob demanda: sem links diretos ao arquivo e sem expor o conteúdo em repouso. Na modalidade on-premises, a chave de criptografia permanece sob o seu controle.
Cada cliente é uma organização isolada com banco de dados exclusivo, não apenas por filtro de aplicação.
Login com senha + código temporário enviado por e-mail, em qualquer modalidade de hospedagem. Sessões com token rotativo e proteção contra reuso.
Toda criação, alteração e exclusão relevante fica registrada — quem, quando, o que mudou, com o valor anterior e o novo.
Avaliações, leituras de indicadores e trilha de auditoria não podem ser alteradas nem apagadas — a imutabilidade é garantida por privilégios do próprio banco.
Exportação dos dados pessoais do usuário e anonimização ao desativar a conta — os requisitos da lei tratados como funcionalidade, não como exceção.
Portal do stakeholder por código de uso único (OTP), links de resposta tokenizados e ingestão por API com chave de escopo único — cada acesso externo fica restrito ao seu próprio escopo, nunca abre os dados por completo.
Não. Cada organização configura sua matriz — 3×3, 4×4 ou 5×5 — incluindo os rótulos das escalas de probabilidade e impacto, os limiares de severidade (baixo, médio, alto, crítico) e as cores. O apetite de risco também é definido por organização, e tudo pode ser ajustado depois sem perder o histórico.
Não. Quem apenas responde questionários e ciclos de reavaliação acessa por um link tokenizado individual, sem senha e sem custo de licença — responsivo para celular, com salvamento parcial das respostas.
Não. O Portal do Stakeholder é um acesso externo : o conselheiro informa o e-mail, recebe um código de uso único (OTP) e entra. Ele enxerga apenas os riscos de interesse atribuídos a ele, com matriz, planos de ação, apetite e o detalhe de cada risco (inerente → residual, ALE e histórico de perdas). A sessão é curta e de escopo restrito.
De quatro formas: lançamento manual na plataforma; pelo aplicativo de coleta em campo (que funciona offline e sincroniza depois); por integração via API com chave dedicada; ou por conectores automáticos a fontes públicas como Banco Central e IBGE. Todas as leituras são imutáveis e idempotentes — reenviar um lote não duplica dados.
Sim. O PrimeRisk Monitor contém recursos para importação dos riscos, controles e planos de ação. Além disso contem uma biblioteca de riscos de referência por segmento para complementar a identificação.
Toda criação, alteração e exclusão relevante em todos os módulos: quem fez, quando, e os valores antes e depois. Avaliações e leituras de indicadores são imutáveis — cada reavaliação gera um novo registro em vez de sobrescrever o anterior, garantido por privilégios do próprio banco de dados.
Sim. Todo arquivo anexado à plataforma — documentos de risco e evidências das avaliações — é criptografado em repouso com AES-256, uma cifra autenticada que também detecta adulteração do arquivo no armazenamento. O download é feito por streaming autenticado, decifrado sob demanda dentro da sessão do usuário. Na modalidade on-premises, a chave de criptografia fica sob o seu controle.
Um servidor Linux / Windows — físico, virtual ou em nuvem privada. A plataforma roda nativa, sem dependência de containers. Promovemos a instalação, acompanhamos o go-live e as atualizações são aplicadas no seu ritmo, com nosso suporte.
Em SaaS, a organização é provisionada em pouco tempo: configuramos com você a matriz, apetite, áreas e usuários. Na modalidade On-premises, o prazo depende do provisionamento do seu ambiente.
Agende uma demonstração guiada com dados do seu contexto — vemos juntos a matriz, os ciclos e os relatórios funcionando, em SaaS ou avaliando a instalação on-premises.
Se a sua janela de e-mail não abriu automaticamente, escreva para contato@primeriskmonitor.com.br. Retornamos em até 1 dia útil.